No primeiro caso, o bem devido requer a atuação positiva de alguém em relação a outrem. No segundo, requer uma atuação negativa, uma abstenção, pois que todos estão impedidos de obstaculizar, uns nos outros, a busca da própria felicidade."
No primeiro caso, o bem devido requer a atuação positiva de alguém em relação a outrem. No segundo, requer uma atuação negativa, uma abstenção, pois que todos estão impedidos de obstaculizar, uns nos outros, a busca da própria felicidade."
" Os direitos dos animais no tempo
Apesar de sua natureza egoísta e predatória, sempre existiram no mundo seres humanos que demonstraram preocupação com a fauna e flora.
Diomar Ackel Filho, abordando o assunto, preconiza que foi o grande filósofo Aristóteles o autor da primeira obra que se tem conhecimento sobre o direito dos animais, compreendendo um conjunto de dez livros, dentre os quais se destacava o Livro dos Animais, que abordava as partes dos animais, a sua marcha e geração.
Também José Roberto Goldin e Márcia Mocellin Raymundo, autores de artigo sitiado na internet, relatam que Pitágoras (582-500 a. C.) já pensava que a amabilidade para com todas as criaturas não-humanas era um dever. A utilização de animais em pesquisas médicas remonta a Hipócrates (450 a. C.); depois no séc. XVII, com o racionalismo de René Descartes, houve um retrocesso quanto ao comportamento ético dos homens em relação aos animais.
Foi só com Jeremy Bentham, em obra publicada em 1789, que se retoma o pensamento ético da antiga Grécia em relação aos animais. Importante revolução no pensamento ocidental do séc. XVIII foi a imprimida por Charles Darwin, com a publicação de sua obra A Origem das Espécies, em 1859, ao estabelecer que o homem não era o filho de Deus, mas uma evolução dos primatas."
"Legislação
Como se pôde constatar, a legislação brasileira visando à proteção dos animais contra a crueldade humana, os maus-tratos e o abandono, é extremamente farta e diversificada. É com profundo lamento, pois, que se observa, na realidade do dia-a-dia dos nossos animais, o enorme menosprezo tanto em relação ao texto legal, quanto ao sofrimento dos nossos bichinhos. Nunca é demais enfatizar, em razão do colossal escárnio com que os seres humanos tratam os animais, que tão-só leis não são suficientes para garantir o respeito aos direitos dos animais, porque os textos legais, em realidade, não obrigam, mas apenas prescrevem comportamentos comissivos ou omissivos, que podem ou não ser observados."
Não aprisione pássaros, eles nasceram para serem livres e terem o céu como LIMITE! O tráfico de animais silvestres, as (rinhas) brigas de galo, canários e cães é CRIME FEDERAL. Se você souber de alguém que promova ou participe de alguma forma, denuncie.
Os animais não têm a capacidade de pensar ou falar, mas têm a capacidade de SOFRER! Eles sentem dor, medo, angustia, tristeza... Por que ficar indiferente ao seu sofrimento?
Os animais em circo vivem confinados e acorrentados em pequenas jaulas sem a mínima condição de higiene.Em geral são espancados com barras de ferro e pedaços de pau. São freqüentemente chicoteados. Alguns têm suas garras arrancadas, seus dentes quebrados e suas línguas cortadas. São espetados com objetos pontiagudos e queimados com ferro em brasa. Estão sujeitos a choques elétricos e à privação de água e comida. Estão condenados a viver enjaulados e torturados diariamente até o fim de suas vidas.
Vá somente a circos que NÃO usem animais em seus espetáculos!
Os animais são forçados a ingerir e inalar produtos químicos. São arremessados contra paredes de concreto. São imobilizados para aplicação de substâncias químicas em seus olhos. Têm suas gengivas deslocadas e sua arcada dentária extraída. São submetidos à radiação de armas químicas e biológicas. Têm seus pêlos arrancados e sua pele removida para a aplicação de produtos. São expostos a gases tóxicos e baleados na cabeça. São dissecados ainda vivos.
Use apenas produtos que não foram testados em animais!
Os animais são obrigados a lutar até que um deles morra ou o dono desista em virtude de ferimentos agravados. Pessoas envolvidas em rinhas freqüentemente estão envolvidas em outras atividades ilegais (jogos, roubo, estupro, homicídios, tráfico, posse de drogas e armas). Em sua maioria, têm histórico de atitudes violentas ou criminosas em relação às pessoas. Não é raro levarem crianças para assistir às rinhas. Muitos animais, gravemente feridos, são abandonados pelo seu dono após a rinha, pois os gastos na sua recuperação são geralmente altos.
Pregos, pedras, alfinetes e arames em forma de anzol são colocados nos sedéns ou sob a sela do animal. As esporas pontiagudas provocam lesões e perfurações do globo ocular. Substâncias abrasivas, como a pimenta, são introduzidas no ânus do animal. São aplicados choques elétricos nas partes sensíveis. Em determinadas provas, os animais sofrem ruptura da medula espinhal (morte instantânea). Outros ficam paralíticos ou têm seus órgãos internos rompidos (morte lenta e dolorosa). Alguns sofrem lesões sérias nos tendões e músculos.
NAS VAQUEJADAS dois vaqueiros correm a galope, cercando um animal em fuga, que tem sua cauda tracionada e torcida para que tombe ao chão, causando fraturas, rompimento de órgãos internos, traumatismos em várias partes do corpo e comprometimento da medula espinhal. É comum ficar o animal agonizando até ser levado ao matadouro. Não raro, sua cauda é arrancada, já que o vaqueiro se utiliza de luvas aderentes.
Os animais capturados pelas carrocinhas ou entregues por seus donos ao CCZ, se não forem adotados, serão sacrificados; eles serão executados com injeções de substâncias letais. Muitas vezes, animais sadios se misturam com animais doentes. Vivem amontoados em precárias condições de higiene. Saiba que a única forma de salvar a vida dos que ali forem rejeitados é adoção e mesmo assim, a chance deles terem um novo lar é muito REMOTA, ou seja, ao abandoná-lo você está decretando-lhe uma sentença de morte.
Os animais usados em rituais geralmente são galos, bois, cabritos, ovelhas e pombos. Esses animais têm seus olhos perfurados e seus membros mutilados ou quebrados. Outros têm o focinho costurado, o ventre rasgado e o pescoço cortado ainda conscientes. Animais menores são costurados vivos dentro de animais maiores. Após esquartejar e matar o animal, as vísceras principais são retiradas e servidas como oferenda.
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